Não haveria nome
melhor para o novo EP do quinteto nova-iorquino The Strokes, do que
Future Present Past. Num golpe de sorte, o trabalho apresenta
sonoridades que apontam tanto para o futuro, quando para releituras
da própria banda. Com data de lançamento marcada para o dia três
de junho, o EP trará três canções inéditas e uma remix feita da
canção “Oblivius” pelo baterista ítalo-brasileiro Fabrizio
Moretti.
Com streaming
liberada pelo Spotify, o EP tem início com a canção “Drag
Queen”, que causaria mais estranhamento se Julian Casablancas
recentemente não tivesse participado de um projeto solo juto da
banda Voidz. A sonoridade experimental e a mixagem obscura não se
assemelha em nada com o material anterior da banda.
“Oblivius” trás de volta as harmoniosas guitarras do duo Hammond Jr./Valensi e uma sofisticada bateria de Moretti. Os vocais estão cantados diferentes por Casablancas e Nikolai segue com uma sutil linha de baixo. A canção é a melhor do EP e trás um poderoso refrão e solo de guitarra, que também apresenta timbres nunca ouvidos em trabalhos anteriores.
Em “Threat Of Joy”, a banda evoca o espírito de Lou Reed em uma levada a lá “Walk On The Wild Side”, com uma mistura da pegada do Little Joy. Das três canções esta é a que mais se assemelha ao The Strokes convencional. A canção é bastante agradável e acende o pavio da esperança dos fãs que aguardavam material inédito desde o último lançamento Comedown Machine, de 2013.
“Oblivius” trás de volta as harmoniosas guitarras do duo Hammond Jr./Valensi e uma sofisticada bateria de Moretti. Os vocais estão cantados diferentes por Casablancas e Nikolai segue com uma sutil linha de baixo. A canção é a melhor do EP e trás um poderoso refrão e solo de guitarra, que também apresenta timbres nunca ouvidos em trabalhos anteriores.
Em “Threat Of Joy”, a banda evoca o espírito de Lou Reed em uma levada a lá “Walk On The Wild Side”, com uma mistura da pegada do Little Joy. Das três canções esta é a que mais se assemelha ao The Strokes convencional. A canção é bastante agradável e acende o pavio da esperança dos fãs que aguardavam material inédito desde o último lançamento Comedown Machine, de 2013.
